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A junta eleitoral responsável pelo processo de eleições diretas para a nova diretoria do Diretório Central dos Estudantes decidiu pela impugnação da Chapa 4, segunda colocada no pleito, pela gravidade das irregularidades cometidas durante as eleições do último dia 11. Dois processos foram decisivos para a sentença da junta: Condução ilegal de eleitores através de vans para votar na chapa quatro, testemunhada pelo presidente da junta eleitoral e pelo fotógrafo do jornal A Tribuna, que sofreu tentativa de agressão ao registrar o caso; Compra de cédula em branco por parte de um acadêmico ligado à Chapa 4, com carta da mesária confessando o ato e devolvendo o dinheiro. Alem disso, as câmeras de segurança da Unesc registraram o ato e o presidente da junta assistiu as imagens que comprovam a versão da mesaria.
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| Carta e dinheiro enviadas à junta pela mesária |
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| Flagrante feito pelo fotógrafo Rodrigo Medeiros da condução de eleitores, segundo Lucas Borges, assessor de imprensa. |
“Cassamos a chapa 4 porque ficou configurada a captação de votos mediante abuso de poder econômico, bem como a comprovação de compra de cédula para tentar burlar o pleito eleitoral. A gravidade das denúncias somada a quantidade de provas adquiridas não deixaram dúvidas para a junta que decidiu por unanimidade pela cassação da chapa”, afirmou o presidente da junta eleitoral, Ismael Córdova.
Com o decreto da Junta Eleitoral a Chapa 3 passa a ser oficialmente a segunda colocada no pleito eleitoal e a Chapa 1 se mantém como vencedora das eleições.
(Fonte: Lucas Borges)
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